Crédito: T.A.Rector, I.P.Dell'Antonio/NOAO/AURA/NSF.
Telescópio: 0,9 m NSF & Mayall 4 m Telescopes (Kitt Peak National Observatory).
Instrumento: NOAO Mosaic CCD camera.
Geralmente, as imagens da Lua obtidas através de telescópios tendem a mascarar as estrelas do céu nocturno, e a razão é muito simples: o facto da Lua ser muito brilhante implica o uso de tempos de exposição muito curtos (menos de 1 s), sendo por isso muito difícil registar também a luz, muito mais fraca, das estrelas e galáxias existentes no céu da sua vizinhança. Por isso, para produzir o espectacular efeito desta imagem, foi necessário obter e combinar duas imagens obtidas separadamente no tempo: uma imagem da Lua, de curta exposição, que revela os detalhes da sua superfície na fase de Lua Cheia, e uma imagem de longa exposição do mesmo campo, mas sem a presença da Lua. A imagem da Lua, obtida através dum filtro na banda U (próximo do ultravioleta), no telescópio de 0,9 m localizado no Observatório Nacional de Kitt Peak, perto de Tucson (Arizona, EUA), foi sobreposta a uma imagem do céu, obtida com um filtro na banda R (vermelho) no telescópio Mayall de 4m, no mesmo observatório. Apesar do campo de visão ser largo, a câmara de CCD utilizada permitiu que, na imagem da Lua, detalhes com tamanhos da ordem de alguns quilómetros fossem visíveis.
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